sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016

Vamos lá ao último post do ano ao som de "Courrier" (Between)... É 2016 foi um ano marcante, um ano de aprendizados, reviravoltas e renúncias.

Dia 28/01 meu irmão foi para o hospital de ambulância para nunca mais voltar... passou 5 meses hospitalizado no Albert Sabin: 2 meses na UTI e 3 meses no quarto. Nesses 2 meses, minha mãe ia visitá-lo todos os dias, sempre pedia a ajuda de alguém, aos finais de semana eu a levava e assim seguiu até que ele desceu para o quarto. Lá nos revesamos como acompanhantes: ela ficava durante a semana e eu ia logo depois da facul às sextas, nesse meio tempo meu pai e a companheira dele nos ajudavam na troca de acompanhantes... até que no dia 27/06 ele tossiu forte 2 vezes, foi perdendo a cor e aos poucos deixou esse mundo e seu corpo terreno, sua alma partiu nos braços de Deus. Velamos e cuidamos da campa dele e nessa fase pude perceber que são poucas as pessoas que posso contar, mas que posso contar de verdade. Pessoas que estiveram comigo pessoalmente e por mensagens, que me apoiaram e junto a Deus, me ajudaram a levantar para apoiar minha mãe.

A partir daí começou a guerra por dinheiro do meu pai, tivemos de procurar a OAB e a audiência ainda não aconteceu. Embora tenha saudade do meu pai, sei que procurá-lo significa procurar briga por causa do bendito dinheiro e com a companheira. Minha mãe é minha companheira de missa, se deixar ela vai todo dia! Graças a Deus consegui incentivá-la, aproximá-la um pouquinho de Deus.

A melhor coisa que fiz esse ano sem dúvida foi começar a faculdade! Design de Interiores: o curso dos meus sonhos desde que terminei a escola há 13 anos! Conheci muita gente, aprendi bastante e vou aprender mais ainda, fiz inúmeros trabalhos, amei as aulas de desenho e pintura, discuti, mas também fiz amizade com boa parte dos professores, fiz amigos na van e powts, foi minha fuga da realidade boa parte do ano! Lá era uma pessoa sem problemas que só se preocupava em aprender!

Vida emocional? O que é isso?
A minha continua a bagunça de sempre! Agora apreendi a pedir a Deus que tire da minha vida se vai dar errado, que eu nem me encante de verdade se vai dar problema. Mas sinceramente... se pudesse escolher com quem namorar, não pensaria duas vezes, maaaaas... respeito!

Bateristicamente estou bem melhor, mas ainda não tenho um grupo pra tocar aqui na minha comunidade. Acho que o coordenador não acredita em mim musicalmente o suficiente para isso. ¬_¬¨

Uma das coisas que aprendi foi o quanto é muito chato pessoas prolongando assunto no What's e eu fazia isso... O quanto nos sentimos cercados e aos poucos tentamos fugir com vácuos eternos. Então já não puxo mais assunto,,.

Acho que por hoje é só!!! Feliz 2017!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Passando apenas para dizer que cansei de vácuos, cansei de conversas que não fluem naturalmente, de "não-caguice", de pessoas enroladas e indecisas! Chegaaaaa! T____T
"I am a question to the world
Not an answer to be heard
Or a moment that's held in your arms
And what do you think you'd ever say?
I won't listen anyway
You don't know me
And I'll never be what you want me to be
And what do you think you'd understand?
I'm a boy, no, I'm a man
You can't take me and throw me away
And how can you learn what's never shown?"
 (I'm still here - Goo Goo Dolls)






Querido eu, vamos parar de lutar por alguém que não nos ama
Querido “eu”, vamos deixar de lutar por alguém que não nos ama. Vamos lutar para não sofrermos mais por um amor com muitas contradições. Vamos colocar a dignidade no coração e arrancar pela raiz essa ditadura afetiva para dizer com valentia “estou te deixando porque me amo”.

Sabemos que não é fácil. Temos consciência de que no nosso cérebro não existe um botão de reiniciar, uma saída de emergência nem uma janela que abre para que a brisa fresca possa oxigenar a prisão das nossas dores. O cérebro é obstinado, metódico e persistente. É uma entidade que luta e se obstina para manter as memórias emocionais, pois no fim das contas são elas as responsáveis por essa grande marca na nossa identidade.

“Para esquecer um amor, não há melhor remédio do que outro amor ou terra no meio.”
-Lope de Vega-

Dizem que amar sem ser amado é como tentar acender uma vela com um fósforo apagado. E a verdade é que não sabemos muito bem por que fazemos isso, por que nos empenhamos em fazer um culto por alguém que não nos ama. Persistimos e resistimos nestes vieses cognitivos do “se eu disser isso, pode ser que…”, “se eu mudar isso, é possível que…” como se fôssemos conseguir alguma coisa assim.

No entanto, o amor não é uma máquina de venda automática. Não basta colocar uma moeda e pressionar um botão para obter aquilo que tanto esperamos. Às vezes, não há mais nada a fazer senão dar aquele passo: matar as falsas esperanças e deixar de morrer na vida por quem caminha por outros rumos e com outras companhias.


A sombra de quem não o ama se nega a desaparecer do seu cérebro
Há um momento nos perguntávamos por que isto é assim: por que é tão complexo virar a página e agir com mais integridade quando temos consciência de que não nos amam. A resposta a esta pergunta está, como não podia ser de outro modo, no intrincado e sempre fascinante mundo neurológico. Para o compreender melhor, damos um exemplo.

Passamos alguns dias onde temos a plena sensação de que tudo está bem. Estamos superando essa separação. No entanto, em uma tarde qualquer, nos cruzamos com alguém que usa o mesmo perfume que o nosso ex. Quase sem saber como, o sofrimento nos aborda de novo para nos imobilizar e nos levar de volta à beira das lágrimas.

Antoine Bechara é um conhecido neurobiólogo da Universidade da Califórnia que definiu o que conhecemos como “conflito cerebral”. Quando uma pessoa é rejeitada, o cérebro continua vinculado a determinados estímulos, imagens e lembranças. A rede neuronal encarregada de executar esta relação íntima, mas poderosa, está localizada em duas áreas muito concretas: entre o hipocampo e a amígdala.

Não podemos esquecer que estas estruturas regem e orquestram toda a memória relacionada intimamente com as emoções. Desta forma, cada experiência vivida com essa pessoa especial foi gravada a fogo e, por sua vez, é ancorada a determinados estímulos que agem como gatilhos ou evocadores de memórias.

Daí que ao sentir o cheiro de um perfume, ao ver um determinado tipo de roupa, uma fotografia ou passar por aquele restaurante onde jantávamos no fim de semana, nossos neurotransmissores são ativados a ponto de virarmos autênticos viciados neste amor impossível.

Não é tão fácil romper este vínculo nem apaziguar este conflito cerebral.


Querido eu, abra seus olhos para lutar e curar seu coração
A anatomia da rejeição e do abandono é descarnada, profunda e complexa. Sabemos que a nossa relutância em virar a página nem sempre é voluntária, que o nosso cérebro também alimenta essa condenação no seu círculo vicioso e bioquímico.

“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim… E ter paciência para que a vida faça o resto”
-William Shakespeare-
No entanto, os neurologistas nos explicam que o “fator tempo” acaba por reduzir a atividade dessas memórias vinculadas. As conexões cerebrais que proporcionam tais emoções negativas vão perdendo força aos poucos, até se converterem no eco de uma melodia triste e distante que acabaremos evocando com menos sofrimento.

O passar dos meses nos permitirá avançar com maior calma, pois sempre e quando aplicarmos estratégias psicológicas adequadas, iremos deixar de alimentar o culto a quem não nos ama. A seguir iremos explicar que estratégias poderiam ajudar.



Chaves para superar a rejeição afetiva
“Querido eu, se não o amam, lembre-se de amar a si mesmo acima de todas as coisas”. Esta seria sem dúvida a principal premissa que deveríamos integrar no nosso interior. No entanto, é claro que as pessoas não nos ensinaram a renunciar ou a perder, por isso nos custa tanto romper com todo tipo de vínculos.

Entenda que amar não é sacrificar. Por isso, de nada vale “se eu deixar de fazer isso é possível que ele/a me ame”, ou “se eu mudar isto e aquilo, tenho certeza que ele/a vai gostar mais de mim”. Não faça isso, não inicie suicídios emocionais, não se humilhe, não coloque gasolina na única coisa que lhe confere forças: sua autoestima.

Se te magoa, então não te ama. Simples assim. Se você é esse ser invisível no seu carrossel de infidelidades, egoísmo e palavras baixas: afaste-se. Para que ser a vítima dessa câmara de tortura emocional na qual você mesmo se tornou um prisioneiro/a? No fim você irá perceber que a liberdade é o melhor bálsamo, e a solidão, um refúgio bem-vindo.

Nos amores impossíveis, a primeira coisa que você deve perder é a esperança. Existem relações que nascem com data de validade, e se você é plenamente consciente de que nada do que você deseja vai poder existir, saia pela porta de entrada. Com dignidade, com a cabeça erguida e o coração inteiro.
Amar quem não nos ama é extremamente doloroso, mas é ainda pior deixar de amar a nós próprios por alguém que nem sequer nos merece. Aja com integridade e sabedoria sabendo sempre que devemos amar apenas o que é digno de ser amado.

(amenteemaravilhosa.com.br)


terça-feira, 15 de novembro de 2016

De repente 30!

De repente 30... Um flashback da minha vida? Nããão, ninguém teria paciência para isso e nem eu para escrever, ainda mais a essa hora, afinal, daqui a pouco vou dormir que amanhã pulo cedo da cama para fazer academia e depois trabalhar.

Talvez seja pela dificuldade de lidar com essas banalidades ou sei lá... porque ainda não entendi muita coisa dessa bagunça toda! Vamos falar um pouquinho sobre a não caguice emocional e derivados, precisamente o "fim" do relacionamento.

Você de repente conheceu uma pessoa especial, o interesse foi recíproco (o que já é uma grande coisa), mas acabou... A pessoa conheceu outra mais interessante, cansou de você ou você cansou dela, dentre inúmeros outros motivos, um provavelmente aceitará numa boa aliviado e o outro provavelmente vai sofrer... As lembranças vivas, os planos bobos que não conseguiram concretizar, as músicas, presentes, cartas, prints e aqueeela saudade absurda de alguém que provavelmente está cagando um monte pra você... Quem nunca? Aí você começa a se culpar que não foi boa o suficiente, por todas as brigas, mas... pera aí... quando um não quer, dois não fazem, ou seja, não se culpe!

Claro que muitos casais só se ajeitam de verdade depois de terminarem, acho que nessa fase refletem e sentem um pouco a falta um do outro, decidem melhorar e dão certo... O que não é legal é criar expectativas sobre essa volta e deixar que isso atrapalhe a tua vida! Se continuam amigos (ou quase), sei lá, tente manter uma amizade que aos poucos não terá mais a afetividade de um casal, pelo teu bem.

Agora o trecho de uma publicação sobre esse assunto que achei muito interessante:



Não é bem a separação que nos faz sofrer

Recomeçar parece difícil pois não damos a oportunidade das pessoas nascerem diante de nós. Olhamos para elas matando-as com nosso olhar sem vida. A começar por nossa ex: seguir é também liberar o outro para seguir, parar de perturbá-lo, impedi-lo, controlá-lo.

Ironicamente, é esse movimento interno de não admitir o fim que gera grande parte do sofrimento que parece residir lá fora, na situação. Ficamos machucados de tanto nos debater na terra onde poderíamos apenas andar. Sofremos menos porque acabou e mais porque não sabemos seguir.

Às vezes nos deparamos com uma pessoa que é muito diferente da ex e isso se torna um obstáculo à construção de uma nova relação. Em outros momentos, encontramos alguém que nos faz lembrar a pessoa anterior e isso também nos bloqueia. Inventamos justificativas para não permitir que avancemos, por medo, orgulho, raiva ou ciúme.

Por isso, às vezes, ao invés de simplesmente não permitir que alguém nasça com qualidades que nos encantem, simplesmente lhes damos o pior nascimento possível. Ficamos apagados, desistimos do mundo, esquecemos de observar a beleza primordial das coisas ao nosso redor. Revestimos a pessoa de defeitos, estagnamos voluntariamente diante daquela oportunidade, apenas para sofrermos mais à frente ao ver nosso campo de ação cada vez mais reduzido. Geralmente porque nosso corpo, a qualidade das nossas relações ou nosso brilho natural decaiu.

Todas aquelas frases prontas do estilo "Ela era a melhor mulher do mundo", "Ela era perfeita" e "Nunca mais vou encontrar alguém assim" são  consequência da dificuldade em ver as pessoas de uma maneira virtuosa. Este mecanismo acaba sendo um dos responsáveis por nos tornar medrosos ao ponto de chorar de desespero, pensando ter encontrado uma pérola rara no fundo do oceano.

O problema, neste caso, não é exatamente pensar ter encontrado algo raro e precioso. O problema é fechar-se ao fato de que existem outras pérolas no oceano. Outras fontes de beleza, brilho e fascinação estão espalhadas por todo lugar. Apenas perdemos a capacidade de ficar fascinados pelo mundo e pelas pessoas.

Bloquear o seu próprio progresso e chorar pela liberdade recém adquirida da ex não é o mesmo que atribuir-lhe valor.

Essa falsa sensação de valor intrínseco nada tem a ver com a pessoa em si, mas com a experiência que temos ao interagir com ela. Experiência tão volátil quanto qualquer oscilação de humor, no entanto tendemos a acreditar na sua solidez no instante no qual apontamos este olhar.

É assim que, em questão de minutos, a doce e meiga garota deitada na cama, lendo uma revista, pode se tornar um monstro arremessador de pratos. Sua interação vai de uma base de carinho e afeto a outra de medo e raiva em instantes, reagindo à forma como ela se posicionar. Em um momento, olha apaixonado, com uma profunda ternura. Em outro, foge assustado ou a desafia em meio a gritos de raiva. O que efetivamente mudou da princesa para o monstro?

Às vezes, congelamos o outro numa posição. Uma determinada impressão causada pelo olhar torna-se tão forte que criamos uma fotografia da pessoa com um rótulo na nossa mente. Ela se torna ex-namorada, ex-amante, ex-esposa e isso traz um profundo desconforto atrelado a uma cegueira que nos impede de ver todo o universo existente ao nosso redor.

Não só matamos a pessoa que causa dor, impedindo-a de nascer livremente de uma maneira que não cause aflição, como não permitimos o nascimento de uma outra pessoa ao nosso lado. Nós não deixamos que ela mostre as qualidades que admiramos a ponto de torná-la especial.

Esta é uma dificuldade que não ocorre apenas depois, mas durante e antes de uma relação. Dificilmente vemos qualquer pessoa diante de nós como um corpo que manifesta diversas qualidades num fluxo contínuo de oscilações de intensidades e formas diferentes. A liberdade que damos ao outro restringe-se àquilo que nos agrada.

(https://papodehomem.com.br)



domingo, 6 de novembro de 2016

3.0 da Bell

Na verdade acho que nem vou escrever muito, mas falta minuto para começar meu aniversário, precisamente meu 30º aniversário... e sim, já são 0h00!! Uhuuul! Esperar alguma mensagem a essa hora? Adoraria, mas é melhor manter os pés no chão, afinal, o dia é importante para mim, ponto e não posso cobrar atenção de ninguém, além do que, nada que seja "forçado" pode ser bom... ainda mais quando se trata de... Whatever... Deixa pra lá... Bora dormir que vou tocar na missa e viver um dia super divertido com a graça de Deus!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Quase 30...

Nossa!!! Como o tempo tem passado MUITO rápido! Acredito que mais ainda pela correria e principalmente pela facul, nossa que maravilha!!

Falando em tempo... estou prestes a virar mais uma década de vida: dia 6 completarei 30 anos!!! Algo digno de uma postagem especial, mas outro dia porque vou dormir!

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Natureba da facul... \^^/

Faz tempo que não atualizo aqui... novidade!! ^^'

Diretamente do primeiro pedaço de gramado da facul (22h22), embaixo de uma árvore FRONDOSA,  #LittleWonders Observo o coelho na lua e essa noite estrelada com alinhamento de planetas... Alguns alunos saindo me olham estranhamente, afinal, não é comum pessoas sentadas na grama com o note a essa hora... Vejo muitas moças passando com roupas de verão, mas... ainda não está tão calor assim, nesse momento por exemplo, está ligeiramente frio... Gostei desse lugar, virei aqui mais vezes curtir noites estreladas... A aula acabou muito cedo hoje, não gosto de aulas que acabam cedo, tenho a impressão de que os professores poderiam aproveitar mais o tempo...  ¬_¬' 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Só pra constar...

"A vida se faz com essas horas, pequenas maravilhas..."

Baaah, não sei nem porquê comecei o post com essa música quando na verdade estou ouvindo "Long Live Rock & Roll" do Daughtry... o_Õ

Hoje faz um mês que Deus veio buscar meu irmão, desse dia prefiro apenas lembrar das pessoas que se solidarizaram e deram um jeitinho estar presente, mesmo que à distância, mais ainda aos que estiveram lá conosco...

Não vou escrever um post reclamando da saudade ou das situações paralelas, afinal, ninguéééém merece! Mas os primeiros dias são complicados, em especial para a minha mãe...

Quero recomeçar, se também for o sonho de Deus para nós, quero mudar dali, deixar minha mãe mais perto do hospital e centro da cidade para que ela faça seus tratamentos, fisioterapia e o que mais precisar! Claaaaaro que quero estar perto de uma igreja para que eu possa frequentar, tocar e levar minha mãe junto! Só que preciso esperar... e isso é difícil!

Diria que estou em uma fase de metamorfose ou reciclagem emocional. Certas coisas que pareciam tão importantes antes, hoje não fazem a menor diferença, talvez façam, mas estão lá para o final da fila de prioridades...

terça-feira, 26 de julho de 2016

Cada ferida é uma vitória

Ao longo de nossas vidas temos que passar por uma série de etapas indiscutíveis que nos fazem amadurecer, crescer, e nos transformarmos no que realmente queremos ser, obtendo cada vitória que tanto esperamos.

Cada etapa é um aprendizado, mas o que acontece quando ficamos presos em uma destas etapas? Quando não avançamos na vida, ficamos estáticos e talvez perdidos, sem saber para onde ir. Por que não superar o que está acontecendo conosco?

“Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao seu fim. Fechando ciclos, fechando portas, terminando capítulos; não importa o nome que dermos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.” (Paulo Coelho)

Em nossa vida passamos por momentos felizes, mas também enfrentamos momentos tristes e traumáticos que causam feridas e cicatrizes. Devemos abraçar estes momentos para seguirmos com nossas vidas e superarmos a etapa na qual nos encontramos. Este é o momento de descer do trem.





Eu descerei na próxima estação
É preciso estar seguro para superar as etapas que todos temos em nossas vidas. Para isso, é importante saber de quais etapas estamos falando:

- A infância é a primeira etapa que nos permite observar e investigar o mundo no qual vivemos.
- A adolescência é a segunda etapa na qual as emoções são vividas intensamente.
- A juventude e a idade adulta são a terceira etapa que nos coloca em um mundo de responsabilidades e decisões.
- A velhice é a última das etapas formada por diversas lembranças e histórias.

Estas são as quatro etapas importantes pelas quais todos passamos ou passaremos em algum momento. Curiosamente, passar da infância para a adolescência é algo que todo mundo supera. No entanto, quando chegamos à idade adulta isso se complica.

São muitas as pessoas que decidem ficar na adolescência, onde podemos fugir das responsabilidades e decisões que fazem parte da vida dos adultos.

Da mesma maneira, quantas pessoas querem ficar na idade adulta recusando a velhice que chega imediatamente após?

Podemos decidir ficar em uma etapa, mas este não é o curso natural da vida e, como tudo, escolhê-lo terá suas consequências.

“Viva cada etapa da sua vida intensamente porque o passado, passado é, para não sofrer pelo que poderia ter sido.”

Para darmos um exemplo, sabemos por que ocorre a terrível crise dos 40? Por que muitas pessoas dessa idade acabam se comportando como adolescentes?

É o medo do que virá, o passar do tempo que corre e corre sem parar nos aterroriza e abre grandes feridas de frustração e impotência que precisamos curar.


Cure suas feridas e transforme cada uma delas em uma vitória
Quando ficamos presos em uma etapa, seja por comodismo, medo, traumas ou qualquer outro motivo, uma ferida surge em nós por não estarmos vivendo a vida como queríamos ou como deveríamos.

Você já sentiu alguma vez a sensação de não ter sonhos? De que nada parece ter sentido? Podemos sentir isso em qualquer etapa de nossas vidas e, em alguns casos, este pensamento pode nos levar a uma depressão.

No entanto, devemos saber que em cada etapa irão ocorrer coisas positivas, mas também coisas negativas. Coisas que nos farão estar preparados ou não para passar para o próximo vagão.

Aceite que é normal se sentir ferido às vezes pelo passar do tempo, pelo estresse das preocupações, pelo medo de adquirir responsabilidades… mas, há solução!

Ficar em uma etapa não fará mais do que alimentar esta ferida aberta. Para cicatrizá-la e transformá-la em vitória, devemos ver mais além. Somente assim poderemos seguir avançando em nossa vida, ainda que levemos em nossas costas uma mochila cheia de cicatrizes de aprendizados.

Mas, se você superar uma etapa, assegure-se de ter cicatrizado bem a sua ferida, pois ela pode se abrir a qualquer momento, algo que sem dúvidas será mais doloroso.

Minhas feridas me ensinaram que ficar não é a solução, e que avançar é o que me fará entender aquilo que um dia carecia de compreensão.
Avance sempre na sua vida, ainda que ela doa, ainda que o caminho seja difícil. A vitória será aceitar e cicatrizar esta ferida que ficou para trás e que agora é vista como mais um aprendizado.

Não se permita ficar em um vagão, quieto, enquanto o trem continua o seu caminho. O tempo passa e devemos aprender a caminhar e progredir, sempre aspirando chegar ao último vagão cheios de felicidade.

(Fonte: www.amenteemaravilhosa.com.br/)

terça-feira, 19 de julho de 2016

O anjo que Deus nos enviou

E vamos lá escrever mais um pouquinho... na verdade quero registrar porque talvez um dia eu esqueça essas inspiração divina. ^^' Disse isso para a minha mãe há alguns dias, logo após a partida do meu irmão...

Eu acho que o envio do Vital foi assim:

Dentre todos os anjos, Deus escolheu um deles, o chamou em segredo e disse:
- Meu filho, você quer viver como humano?
- Sim Pai, se o Senhor me permitir - seus olhos brilhavam só de imaginar.
- Mas você terá uma vida ligeiramente curta e não poderá andar, além de uma família com um pai difícil de lidar, mas que o amará muito. Também terá uma irmã que o amará do jeito dela, mas cuidará de ti e o defenderá como um leão e sua mãe... Ah sua mãe... escolhi uma das mulheres mais especiais que criei para trazer você ao mundo! Ela te amará incondicionalmente, viverá em função de ti e estará contigo nos teus momentos finais... O sonho dela é ser mãe, porém, ela tem útero bicorno e, segundo os médicos ela não poderia ser mãe... Está vendo aquela garotinha tentando dar seus primeiros passinhos? É sua irmã... Por falta de um, vou dar dois filhos para a sua mãe, em alguns dias começará a sua gestação...
- Nossa!!! O Senhor caprichou na minha história! - exclamou surpreso!
- É que você ainda não sabe das suas missões meu filho! Você ensinará muita gente ao longo da tua breve vida! Mesmo com suas limitações, você ensinará muita gente, a começar pela sua família em casa, a não reclamar por qualquer coisa, pois você será um exemplo para todos ao longo de sua vida. Uma pessoa que será sempre lembrada com muito amor e carinho por onde quer que passe... - disse ternamente o Senhor.
- Ótimo!!! Quando vou?
- Amanhã à noite colocarei você no útero da tua mãe...