quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Assuma seus cachos!

1- Corte
A escolha do corte de cabelo é sempre um dilema! Neste momento muitas mulheres esquecem que a preferência por um estilo que lhes favoreça é muito importante para o equilíbrio proporcional do rosto. Aquelas que usam os cabelos cacheados devem optar por cortes em camadas, para dar destaque às ondulações dos fios. Se o cabelo for extremamente crespo, o ideal é mantê-lo reto, variando de acordo com a quantidade de fios.

Atualmente muitas mulheres assumiram o crespo natural e usam seus cachos armados, lindos, definidos, hidratados e muitas vezes coloridos. Tudo isto é resultado de muito cuidado e dedicação diária aos cabelos.


2- Limpeza
Cabelos crespos e ondulados devem ter uma limpeza extremamente cuidadosa. Fazer uso de muitos cremes simultaneamente, ou fazer nova aplicação sem tirar todo o resíduo, deixa os fios com um aspecto ensebado, além de causar entupimento dos folículos e levar a queda capilar. Outro fator importante é que isso pode levar a morte das células germinativas, que ficam sem força para crescer na medida em que os fios enfraquecem.

O ideal é usar cremes de pentear sem exagero, podendo ser substituído por um mousse ou ativador, de acordo com a aceitação dos fios. Em hipótese alguma se deve usar condicionador no lugar do creme sem enxágue. Esses produtos foram feitos para serem retirados dos fios e sua permanência pode provocar efeito contrário ao de uma hidratação.


3- Água
Cabelos crespos e ondulados devem ser lavados sempre com água morna ou fria, pois a água muito quente causa ressecamento dos fios e do couro cabeludo, deixando os cachos com um aspecto opaco e sem vida. O ideal é finalizar cada lavagem capilar com um jato de água fria, pois ativa a circulação sanguínea e devolve os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento dos fios, deixando-os brilhantes e macios.


4- Uso de Químicas
- Relaxamento: Deve ser feito apenas quando o volume dos cabelos é excessivo. O processo exige o uso de algumas bases, onde as mais comuns são guanidina, hidróxido de sódio e amônia.

- Coloração: Para cabelos crespos e cacheados costuma-se trabalhar com dois ou três tons que vão do dourado ao vermelho, o resultado quase sempre é extremamente satisfatório.



5- Tratamentos
Hidratação semanal é de extrema importância para o tratamento dos cabelos crespos e ondulados, pois eles são naturalmente ressecados e precisam repor tudo que se perde durante a realização de processos químicos. Além disso, há também a agressão por parte da poluição, que atinge todos os tipos de cabelos.

(Lilian Souza)

Fonte: www.cabeleireiros.com

((Dia de atualizar o canal Mulher do www.portaldalucas.com.br, particularmente o dia que mais gosto de subir matérias, depois do dia em que a dra. Suely manda os artigos para a coluna de Psicologia! Go Portal, go!))

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Chocolate faz bem

A Pesquisa vem da Universidade de Chung Hsing, em Taiwan. O Departamento de Ciência do Alimento e Biotecnologia da instituição divulgou que são os ácidos fenólicos presentes no cacau os responsáveis pela ação emagrecedora. Eles interferem na produção da leptina, o hormônio da saciedade - que, nos obesos, é bem reduzida -, e ainda queimam calorias. Sem contar a ajuda extra dos antioxidantes, que previnem o acúmulo de gordura nas células.

Os fitoquímicos do cacau melhoram a secreção da adiponectina, o que aumenta a ação antiinflamatória, reduzindo os riscos de diabetes e aterosclerose (alterações nos vasos sanguíneos que levam a obstrução dos mesmos).

Outro dado apontado na pesquisa, publicada no Journal of Agriculture and Food Chemistry, uma das revistas americanas de maior prestígio no mundo da nutrição, atribui ao cacau o poder inibir um mecanismo que faz o organismo estocar ou produzir mais gordura. Toda essa riqueza está no chocolate amargo. Quanto mais amargo, melhor!

"O chocolate ajuda na produção da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer"A pesquisa coordenada pelo médico dinamarquês Arne Vernon Astrup, chefe do Departamento de Nutrição Humana da Universidade Real de Copenhague, na Dinamarca, e publicada na conceituada revista americana International Journal of Obesity, apontou que os pacientes que consumiram um tablete amargo pela manhã, ainda em jejum, ficaram mais saciados que o restante da turma: eles ingeriram 15% menos calorias ao longo do dia em comparação com o grupo que optou pelo chocolate ao leite.



Humor em alta
O chocolate também é rico em carboidratos, que ajudam na produção da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Além disso, concentra outras substâncias, como triptofano, teobromina, feniletilamina, tetrahidrocarbolines, fenilalanina e tirosina - estes reforçam a sensação de bem-estar.

Sim, chocolate é maravilhoso, mas não vale ingerir qualquer um, nem a quantidade que quiser. Vale à pena não esquecer que:

-Quanto maior a concentração de cacau, melhor é o produto, uma vez que é nele que estão os fitoquímicos que fazem bem à saúde. Portanto as versões amargas são as mais recomendáveis.

-O seu limite é de 30 gramas por dia, que equivale a uma barra pequena. Não pense em exagerar, porque, mesmo sendo saudável, ele contém bastante caloria (100 gramas equivalem, em média, a 530 calorias).

Este chocolate deve ser prescrito pelo seu médico ou nutricionista para formulação e deve conter, o cacau, polissacarídeos mussilaginosos da babosa, L-glutamina (aminoácido), glucomannan (fibra que provém de uma planta africana, que em contato com líquidos no estomago se transforma em um gel, dando sensação de saciedade por até 4h), alga spirulina orgânica e outros.

Esses ingredientes são capazes ainda de ativar a produção de fenilalanina, aminoácido presente no cérebro que ativa neutrotransmissores para promoverem a saciedade.

Fonte: www.yahoo.com.br / www.portaldalucas.com.br

((De passagem *trabalhando* o/))

domingo, 29 de agosto de 2010

Consciente, Subconsciente, Inconsciente, Camadas

Estive mostrando quanto é trivial o consciente, com suas atividades superficiais, sua perene tagarelice, etc.; e o inconsciente é também muito trivial. O inconsciente, como o consciente, só se torna importante quando o pensamento lhe dá continuidade. O pensamento tem seu lugar próprio, sua utilidade (…) em assuntos técnicos, etc., mas o pensamento é de todo fútil, quando se trata de operar aquela radical transformação. Quando percebo que é o pensamento que dá continuidade, está terminada a continuidade do pensador. (A Mente Sem Medo, 1ª ed., pág. 51)

Conhecemos o que é o consciente; sabemos que vivemos, nos movemos, funcionamos dia a dia (…). Entretanto, há as camadas ocultas do inconsciente, as quais governam o consciente, pois (…) são muito mais vitais e muito mais ativas do que a chamada mente superficial. (…) (O Problema da Revolução Total, pág. 33)

A mente consciente ocupa se do imediato, do limitado presente, ao passo que a inconsciente está sob o peso dos séculos e não pode ser represada ou desviada por alguma necessidade imediata. O inconsciente tem a qualidade de tempo profundo, e a mente consciente, com sua recente cultura, não pode haver-se com ela de acordo com as suas necessidades passageiras. Para erradicar a autocontradição, a mente superficial precisa compreender esse fato e estar em repouso - o que não significa dar vazão às inúmeras pressões da mente oculta. Quando não há resistência entre a manifesta e a oculta, então esta, porque tem a paciência do tempo, não violará o imediato. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 23)

Precisamos despertar a plena capacidade da mente superficial, que vive na atividade cotidiana, e também compreender a mente oculta. Ao compreender a mente oculta. Ao compreender a mente oculta, estabelece-se um viver total, em que a autocontradição, com sua alternância de tristeza e felicidade, desaparece. É essencial que nos familiarizemos com a mente oculta e com seus processos; mas é igualmente importante não nos ocuparmos dela em excesso ou dar-lhe importância indevida. Só quando compreender o superficial e o oculto, poderá a mente ir além de suas limitações e descobrir a atemporal bem aventurança. (Idem, pág. 24)

(…) Educar apenas a mente consciente sem compreender a inconsciente acarreta contradição em nossas vidas, (…). A mente oculta é muito mais dinâmica do que a superficial. A maioria dos educadores está apenas interessada em fornecer informações ou conhecimento à mente superficial, preparando- a para conseguir um emprego e ajustar-se à sociedade. (…) Tudo o que a chamada educação faz é sobrepor-lhe uma camada de conhecimento e técnica, e dotá-la de certa capacidade para ajustar-se ao ambiente. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 22-23)

Uma vez que haja percepção e compreensão dos poderes e capacidade das muitas camadas da mente oculta, os detalhes poderão concatenar-se sábia e inteligentemente. O importante é a compreensão da mente oculta, e não a mera educação da mente superficial no sentido de adquirir conhecimento, conquanto este seja necessário. Essa compreensão da mente oculta liberta a mente total de conflito, e só então haverá inteligência. (Idem, pág. 24)

Não sei quantos de nós estão cônscios de que existe um subconsciente, de que há diferentes camadas em nossa consciência. Parece-me que a maioria de nós só está cônscia da mente superficial, das atividades diárias, (…). Não temos percebimento da profundeza, da importância, da significação das camadas ocultas; e às vezes, graças a um sonho, uma mensagem, ficamos cônscios de que há outros “estados de ser” (…) (A Arte da Libertação, pág. 116)

O inconsciente é o depósito oculto do passado, individual e coletivo. É o repositório de séculos de propaganda, de toda experiência e conhecimento, das tradições e complexidades da raça. Agora, por mais engenhoso que vós sejais, que o analista seja, a mente consciente não pode abeirar se do inconsciente por meio de análise. (O Homem e seus Desejos em Conflito, 1ª ed., pág. 130)

Pela análise só se pode arranhar a superfície do inconsciente, não se pode penetrá-lo muito profundamente - como creio que a maioria dos analistas concordaria, atualmente. A mente consciente foi educada, “treinada” numa determinada direção, adquiriu conhecimentos técnicos em certas especialidades, para que a pessoa possa ganhar a vida (…) - mas por essa maneira não é possível abeirar-nos do inconsciente. (Idem, pág. 130)

O inconsciente, que é o “oculto”, tem de ser considerado negativamente. (…) Estar cônscio de uma coisa negativamente (…) é olhá-la e escutá-la sem resistência, sem condenação, sem rejeição. Do mesmo modo, é possível ficarmos cônscios, “sem escolha” da totalidade do inconsciente - e esse é o percebimento negativo. (Idem, pág. 130-131)

A mente oculta, inexplorada e não compreendida, com sua parte sua parte superficial que foi “educada”, entra em contacto com os desafios e exigências do presente imediato. A superficial pode reagir adequadamente ao desafio; mas, por haver uma contradição entre a mente superficial e a oculta, qualquer experiência da mente superficial só fará aumentar o conflito entre ela e a oculta. (…) A mente superficial, experimentando o externo sem compreender o interno, o oculto, só produz um conflito mais profundo e mais amplo. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 24)

O inconsciente, embora essa palavra sugira algo oculto, de que não temos percebimento, faz também parte do conhecido; ele é o passado. Podeis desconhecer o inteiro conteúdo do inconsciente, (…) não o terdes examinado, observado, mas provavelmente tendes sonhos, comunicações procedentes daquela vasta região subterrânea da mente. Ela existe, e é o conhecido, porque é o passado. Nela nada existe de novo; (…) (Experimente um Novo Caminho, pág. 39)

Existe inconsciente? (…) Se há inconsciente, de que maneira poderá a mente consciente descobri-lo? (…) Ao que sei, o inconsciente é o passado, a herança racial, o depósito da totalidade do esforço humano; um nível muito profundo existente em cada um de nós. De que maneira pode a mente consciente descobrir esse depósito, (…) coisa oculta, cuja existência admitimos? (…) (A Essência da Maturidade, pág. 24)

Não sei se já notastes que, no momento em que se vê algo sem o pensamento, não há observador, só há observação. Quando olhais para uma nuvem, sem vossas lembranças acumuladas relativas às nuvens, estais apenas observando. Da mesma maneira temos de observar o inconsciente; e quando observais assim, negativamente, existe inconsciente? Não apagastes completamente o inconsciente com todo o seu conteúdo? Há, pois, um percebimento imediato da totalidade da consciência. (…) (O Homem e seus Desejos em Conflito, 1ª ed., pág. 69)

A mente consciente é incitada, impelida, tangida ou coibida pelo inconsciente. Podeis pensar que sois, exteriormente, uma pessoa muito pacata, sem ambições; mas por baixo, profundamente oculto, está o clamor que vos vai no coração - vossos impulsos, compulsões, desejos, motivos. O inconsciente é o reservatório de todo o passado da humanidade, não apenas do passado do vosso existir, mas o de vosso pai (…) ancestrais, (…) nação, da humanidade; as tradições raciais, os preconceitos de casta; tudo isso está contido no inconsciente. (Autoconhecimento, Base da Sabedoria, pág. 82-83)

(…) Sem dúvida, todo o campo mental - o consciente e o inconsciente - está condicionado pela nossa particular cultura. Isso é bastante óbvio. (…) No campo do inconsciente se acham todas as tradições, o resíduo, assim o herdado como o adquirido, de todo o passado do homem, (…) (Transformação Fundamental, pág. 56-51)

Minha vida e a vossa se acham num estado de fragmentação, de fracionamento. Vivemos uma vida dualista, dizendo uma coisa, fazendo outra, pensando uma coisa e dizendo coisa diferente. Contradição, dualidade - eis a vida que estamos vivendo. E eu estou perguntando: Por quê? Por que está a vida tão fragmentada? (…) (Palestras com Estudantes Americanos, pág. 64)

A mente oculta é muito mais potente que a superficial, por mais que esta seja instruída e capaz de se ajustar; e isso não é algo tão inexplicável. A mente oculta ou inconsciente é o repositório das memórias raciais. A religião, a superstição, o símbolo, as tradições (…) de uma raça, a influência, tanto da literatura sagrada como da profana, de aspirações, frustrações, maneirismos e variedades de alimento - tudo isso está enraizado no inconsciente. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 23)

Os desejos manifestos e secretos, com suas motivações, esperanças e medos, suas tristezas e prazeres; e as crenças, sustentadas através de pressões por maior segurança, traduzindo-se de várias maneiras - essas coisas também estão contidas na mente oculta, que não só tem essa extraordinária capacidade de reter o passado residual, como tem também a capacidade de influir no futuro. Indícios de tudo isso são apresentados à mente superficial através de sonhos e de várias outras formas, quando ela não está totalmente ocupada com os acontecimentos cotidianos. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 23)

A mente oculta não é nada de sagrado, (…) a ser temido, nem requer um especialista para expô-1a à mente superficial. Mas, graças à enorme potência da mente oculta, a mente superficial não pode haver-se com ela como desejaria. A mente superficial é em grande parte impotente em relação à sua própria parte oculta. Por mais que procure dominar, dar forma ou controlar a mente oculta, devido às suas exigências e objetivos sociais imediatos, a mente superficial só consegue arranhar a superfície da mente oculta; e então há um hiato de contradição entre ambas. Procuramos vencer essa divisão através da disciplina, (…) várias práticas, sanções, etc.; mas não conseguimos (Idem, pág. 23)

É possível ao ente humano livrar-se totalmente do passado, de modo que se torne novo e olhe a vida de maneira inteiramente diferente? O que chamamos “o inconsciente” - não importa se relativo a passado de cinqüenta ou de dois milhões de anos - não tem existência real. Resíduo racial, tradição, motivos secretos, anseios, prazeres (…). Está sempre na consciência. Só há consciência, embora não percebamos o seu conteúdo total. (…) todas as nossas atividades, no âmbito do inconsciente, do consciente, do passado, do futuro etc., estão contidas nesse campo. (…) (A Importância da Transformação, pág. 10)

É possível estar-se livre em todo o campo da mente, tanto o chamado inconsciente, como no consciente? Como já dissemos, não existe tal coisa - o inconsciente. Só existe o campo da consciência. Podemos estar cônscios de determinada seção do campo, e não estar cônscios do restante. Se não estamos cônscios do restante, não compreenderemos a totalidade do campo. Infelizmente esse campo foi dividido em consciente e inconsciente, (…). Tornou-se moda estudar o inconsciente. (…) (Idem, pág. 47)

A revolução implica, por certo, um percebimento total de toda a estrutura psicológica do “eu”, consciente e inconsciente, e que esteja totalmente livre dessa estrutura, sem pensar em “tornar-se outra coisa”. (…) (O Homem e seus Desejos em Conflito, 1ª ed., pág. 91)

(…) Como estive dizendo (…), se não há compreensão do inconsciente, toda “mudança” psicológica é simples ajustamento a um padrão estabelecido pelo inconsciente. E a crise atual (…) exige uma revolução. (Idem, pág. 91)

(…) Podemos tentar compreender o inconsciente por meio de exame e análise, mas isso obviamente não produzirá revolução. Podeis modificar, reformar; mas (…) não é revolução, não é completa libertação do passado. Necessita-se de uma mente jovem, nova, “inocente”, e essa mente só pode existir quando nos libertamos psicologicamente do passado. (Idem, pág. 92)

Se, a fim de compreender a estrutura total do “eu”, de extraordinária complexidade, procederdes passo a passo, descobrindo camada por camada, examinando cada pensamento, sentimento e motivo, ver-vos-eis todo enredado no processo analítico; que vos levará semanas, meses, anos; e quando admitimos o tempo no processo de autocompreensão, temos de estar preparados para toda espécie de deformação, porquanto o “eu” (…) se move, vive, luta, deseja, nega; (…) (Liberte-se do Passado, pág. 27)

(…) Descobrireis, assim, por vós mesmos, que não é esse o caminho que deveis seguir; (…) que a única maneira de olhardes a vós mesmos é fazê-lo totalmente, imediatamente, fora do tempo; e só podeis ver a totalidade de vós mesmos quando a mente não está fragmentada. O que vedes em sua totalidade é a verdade. (Idem, pág. 27)

Necessitamos de mudança social (…). Quer conscientes, quer inconscientes, todas nossas ações produzem conflito em nossa existência. O consciente é racional, sua atividade, deliberada. O inconsciente é muito mais forte do que o consciente. Olhai para dentro de vós mesmos, profundamente, não de acordo com Freud ou outro - olhai-vos realmente. E, para olhardes, deveis estar livres para olhar. Se dizeis: “Isto é correto” ou “Isto é errado”, “Isto é bom” ou “Isto é mau” (…), nesse caso não estais livres para olhar, (…) observar, para penetrar neste imenso campo da consciência.

O inconsciente, como já disse, é muito forte. Ele é o repositório racial, coletivo, e nos governa muito mais do que a mente consciente; e, também, tem seus próprios motivos, impulsos, alvos. Envia-nos mensagens através de sonhos (…). Assim, a menos que se opere aquela revolução radical, fundamental, o conflito humano durará infinitamente. (…) (Viagem por um Mar Desconhecido, pág. 115-116)

Durante o sono, e freqüentemente nas horas de vigília, quando cessa completamente o vir a ser, quando terminou o efeito de uma causa, então, aquilo que está além do tempo, além da medida de causa e efeito, surge na existência. (Comentários sobre o Viver, 1ª ed., pág. 37-38)

Se não pode achar uma conclusão satisfatória, a mente consciente desiste da busca e torna-se quieta; e nessa mente superficial, agora tranqüila, o inconsciente faz surgir, subitamente, uma solução. Ora, a mente inconsciente, a mais profunda, é diversa (…)? O inconsciente não é também constituído de conclusões e memórias raciais, grupais e sociais? Certo, o inconsciente é também o resultado do passado, do desejo, e a diferença consiste, apenas, em estar submerso, e à espera; e, quando solicitado, envia à superfície as suas próprias conclusões ocultas. Se forem satisfatórias, a mente superficial as adota; se não, fica (…) esperando encontrar por milagre uma solução. Se nenhuma solução encontra, reconcilia-se, exausta, com o problema, (…). (Comentários sobre o Viver, 1ª ed., pág. 134-135)

((A pedido do Tomoyo! ^^))

Fonte: www.krishnamurti.org.br

O fim da internet discada!

Uhuuuuuuuul!!!!!!!!!!!!! *estoura a champanhe* Meu kit speedy finalmente chegou e agora eu tenho net boa em casa!!!! *solta fogos* Agora posso baixar músicas, ver vídeos - já vi dois - e fazer tudo que nunca consegui fazer rapidamente on line, tipo ver animês, baixar músicas e programas *__*
Dia tranquilo em casa, só saí para ir à missa! Dentre as pessoas que vi hoje estão duas que andei revendo prioridades... Confessionário??? De jeito nenhum!"Padre, eu quero confessar ali oh!" *aponta para o gramado* Siiim, eu fiz o Padre Luizinho sentar no gramado da Igreja, como eu, para que me sentisse à vontade na confissão!
Treinei violão - yeeeah, prof Maria Cristina, espero que veja - agora já sei "Lips of an angel" dedilhada até o refrão!!!! \o/ Findi acabando, queria ficar mais por aqui aproveitando net, maaas a segunda já bate a minha porta!! o/

Fases do álcool

0 - não bebe

1ª fase:ALEGRIA. Você começa a rir de coisas bobas.

2ª fase:NEGAÇÃO. Apesar de você estar pra lá de Bagdá, você continua falando que está sóbrio.

3ª fase:AMIZADE. Você começa a ficar amigo de todo mundo: do barman, do tio mendigo, dos inimigos..

4ª fase:CEGUEIRA. Você já começa a achar todo mundo bonito.

5ª fase:INVISÍVEL. Nesse momento, você acha que está invisível e que ninguém está te vendo, portanto, faz cagadas achando que ninguém nem percebeu, quando na verdade todo mundo está te olhando!

6ª fase:VERDADE. Perigoso, pois você começa a dizer as verdades pra todo mundo.

7ª fase:NOSTALGIA. Nesse momento você chora dizendo que todo mundo ali é seu amigo do peito e não sabe o que faria sem eles, é nessa fase também
que as pessoas começam a ligar para os EX namoradas, qualquer pessoa da sua agenda.

8ª fase:LÍNGUAS. É a hora de falar inglês, espanhol, aramaico, grego.

9ª fase: DEPRESSÃO. Alguns até choram e lamentam a vida.

10 ª fase:AMNÉSIA. Depois de tudo, você não se lembra de mais nada!

sábado, 28 de agosto de 2010

Hora de reorganizar a caixa cognitiva

"I got over you..." ♪ *ouvindo agora* Ih é heim, é bem por aí meeeeesmo! Digamos assim que reorganizar a caixa cognitiva de vez em quando faz muito bem! Reavaliar a importância que atribuímos a certas pessoas então nem se fale! (Não Tomoyo, não falo de quem imagina) ¬_¬
Levei de opinião e vou ler pelo menos metade dos meus 300 e tantos e-mails não lidos, mesmo que minha conexão caia e a hora passe depressa! A propósito, já deveria estar me arrumando para dormir, pois amanhã levanto cedo para ir à missa!
Semana divertida e surpreendente na facul - muito discernimento nessas horas! - embora odeie aulas de orientação! Acho uma colossal perda de tempo porque ninguém aproveita o tempo para adiantar o trabalho, pelo contrário, aproveita para subir mais cedo para o intervalo, inclusive eu! >.<'Sim, eu vou ver gente nova, encontrar meus amigos, conversar e dar boas risadas! Gustavo está comigo seempre, não é a toa que tanto meus colegas quanto os dele pensam merda e nós rachamos o bico ¬_¬ (mal sabem eles que nosso interesse se concentra em pessoas aleatórias que eles desconhecem)*olha com ar de superior* porque "O que eu ganho, o que eu perco ninguém precisa saber..." ♪
Vi meus queridos profs, prof William e prof Maria Cristina \o/ conversei com os outros também, andei muito pelo corredor, tramei, babei pela lua, dei foras de fisionomia, trabalhei, malhei, corri, recebi elogios, fiz novas amizades, fiquei ansiosa... grande semana!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Meia-calça para alegrar o inverno

Neste inverno prepare-se para circular por aí com as pernas de fora. Calma, ninguém vai passar frio! O artifício fashion para driblar as baixas temperaturas é a meia-calça. O melhor? Nada de ficar na mesmice da meia fio 40 preta: vale usar e abusar das coloridas, com estampas, texturas e as rendadas. Não está acostumada? Confira as dicas da seguir.


De acordo com as tendências das passarelas nacionais e internacionais, rocker é o estilo do inverno 2010. As tachas continuam em alta, assim como o ilhós, o couro, a camurça e as correntes. O comprimento da vez é o míni, no vestido, na saia, ou no shorts.

De olho nisso, a Trifil desenvolveu modelos de meia-calça com pegadas rock’n roll e grunge. São três linhas de produtos: uma rocker, outra grunge e uma terceira inspirada no romantismo dos anos 40. "Como matéria-prima temos a microfibra, mas como a aposta é na meia-calça fio 80, usamos bastante acrílico, que é mais grosso e também fios fantasia, de produção própria", explica Gaita Mello, estilista da marca.

A Lupo também aposta no mundo rocker, com pegada dos anos 80. De acordo com Maria Paula, estilista da Lupo, o inverno é da meia-calça, o que é uma boa oportunidade para aquelas que não estão acostumadas com a peça começarem a se adaptar. “Desenvolvemos modelos coloridos, rendados e estampados. Vale investir na meia-calça com print de oncinha e no modelo com estampa pied de pole (Pé-de-galinha), que deixam o look moderno e com um toque especial”.

As cores das meias do inverno 2010 são, segundo as estilistas: preto, marrom, verde-oliva, rosa, roxo, azul petróleo e vermelho. As estampas que estarão em alta são: xadrez, pied de poule, geométricas (atenção especial para o losango) e animal print. Para as mais ousadas e que não dispensam um brilho, a Lupo desenvolveu a legging de lamê, para “dancing queen” nenhuma colocar defeito. Para não exagerar, a dica é combinar a peça com camisetas compridinhas neutras e microvestido liso.

Tanto as mulheres mais jovens, quanto as mais velhas, podem usar a meia-calça da moda. Basta combiná-las com roupas apropriadas e que te deixem confortável. E quem pensa que as meias rendadas podem rasgar facilmente, Gaita Mello garante que o modelo é mais resistente do que a meia lisa, por exemplo, mas que todas as meias-calças devem ser manuseadas com todo cuidado. Portanto, sem desculpas para não usar!



Dicas de uso
Meia-calça lisa: aposte nas meias grossas, fios 80 e 120. Além de proteger do frio, deixam a perna mais torneada. As escuras (preta e marrom) ficam ótimas com jeans e roupas da mesma cor da meia. As coloridas devem ser usadas com mais cuidado. Se a cor for vibrante (vermelha, verde-bandeira, laranja, roxo), prefira a parte de cima preta

Meia-calça estampada: pode usar sem medo com minishorts jeans e camisa branca, por exemplo. Prefira usar sapatos lisos, sem brilho.

Meia-calça rendada e arrastão: estes tipos de meia-calça já chamam a atenção, então, maneire nos acessórios. Evite usar colares muito extravagantes, por exemplo. Para não errar, prefira parte de cima lisa e não muito colorida. Para quem tem a perna mais grossa, a dica é da estilista Maria Paula: “prefira usar saia tipo secretária, mais comprida, para não ficar vulgar”.

Meia-calça metálica: também chama a atenção, vale maneirar nos acessórios. São indicadas para serem usadas à noite. Prefira usar com roupas lisas e opacas, sem detalhes como pedras e correntes.
Para alongar a silhueta, a dica é da estilista Carina Duek. “Prefira usar a meia-calça com bota de cano curtinho e ankle boot. O corpo fica menos dividido, além de destacar mais a meia que você está usando”.

Como lavar e guardar
Gaita Mello, da Trifil, conta que toda meia-calça requer cuidados especiais. As mais finas, como a fio 15, principalmente. “O ideal é lavar sempre à mão e na hora de guardar, enrolar a meia-calça, isso facilita, inclusive, a organização”. Maria Paula complementa: “Use sabão neutro e evite deixar de molho. Cuidado com unhas lascadas ao manusear a meia-calça. Caso desfie, você pode passar um pouco de esmalte incolor no furo, isso faz que o fio pare de ‘repuxar’. Ao guardar, colocar em um saquinho de pano, por exemplo”.

www.ig.com.br (também publiquei no Portal)

Gloss que emagrece??

Imagina só passar um gloss, ficar linda e ainda por cima, emagrecer. Parece um produto dos sonhos, mas virou realidade. Essa é a proposta de uma empresa que lançou o gloss que emagrece, você aplica o produto e ele faz com que seu apetite diminua.

O grande segredo dessa superinvenção está no ingrediente hoodia gordoni, um redutor natural de apetite extraído de plantas da África do Sul e Namíbia. A explicação para o efeito é que quando o cérebro identifica o gosto do gloss, recebe a mensagem de que o corpo já consumiu muito açúcar, ou seja, entende que você acabou de comer. O resultado disso é que, segundo o fabricante, você emagrece sem esforços.

O gloss que emagrece ainda contém vitaminas que estimulam o fluxo sanguíneo para a superfície dos lábios e preenche as rugas instantaneamente.

Resta saber se a novidade funciona mesmo e se os resultados são tão animadores quanto a proposta do produto. Se o gloss que emagrece for realmente eficaz, está aí uma ótima dica para quem quer emagrecer e não consegue.

Fonte: www.dicasdemulher.com.br

((Publiquei no Portal semana passada. www.portaldalucas.com.br))

terça-feira, 24 de agosto de 2010

No lugar certo na hora certa!

*___________* Nyaaaa! Sabe quando você simplesmente está no local certo na hora certa? Quando sai da sala - para fazer pesquisa - e procura o laboratório certo??? Prof Elizeu está dando aula - estou na aula dele - para o 1º Jor eu acho, estou feliz, muuito feliz!!! *o*

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Para refletir

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carrega-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carrega-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segura-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

((*postando do trabalho* Expediente já acabou, estou apenas fazendo uma horinha até a Bruna voltar, afinal, ela vai comigo hoje! Não vejo a hora de chegar e caminhar por aquele corredor, próximo ao meu painel em especial...))