segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Voltando a escrever

"Well, I never saw it coming
And I should've started running
A long, long time ago
And I never thought I'd doubt you
I'm better off without you
More than you, more than you know..." ♫ ♪

Quase 1 ano depois volto a escrever e só pra constar: amo mais ainda essa música! Me define muito!

A última vez que escrevi estava iniciando meu primeiro namoro que durou 9 meses apesar de todas as brigas! Tivemos momentos muito especiais, amei e fui correspondida pela primeira vez, escrevi minha primeira carta de amor... mas ele não confiava em mim! Procurava briga por bobeira e eu que não sou flor que se cheire, comprava a briga e prosseguia! Os pais dele são um encanto, assim como a parte da família que conheci, inclusive, ele também era um encanto, até a tarde do dia 14/10/2017.

Quebramos o pau feio, terminamos por telefone, nos ofendemos e perdemos o respeito, tudo isso por bobeira!! Maaaaas enfim, desejo do fundo do meu coração que ele esteja bem e que encontre "A" pessoa que Deus preparou para ele...

Finalizei Design de Interiores há uma semana! Correria alucinante, nada de vida social, nem para sair no intervalo! Mergulhei de cabeça, me irritei, muitas vezes carreguei meu grupo, ou melhor, tive de carregar ou me ferraria também! ._.' Graças a Deus não peguei exame nem de Projeto Integrado, mas também, me enfiei no CAD, tive de aprender na marra depois do esculacho da prof Maria Eugênia e Milena! T_T Aprendi muito, muito mesmo! Fiz alguns trabalhos que sonhava, fui de pirata e de Amy Winehouse pra facul, me diverti, ri litros com o pessoal da van, conheci pessoas maravilhosas e outras que pretendo manter distância na vida...

Fui na casa do meu pai no Carnaval junto à minha irmã do primeiro casamento dele: Elaine. Consegui perdoá-lo, obtive o meu perdão e ela também!

Resumindo: a cerca de 15 dias para o fim do ano digo, foi um ano de intenso aprendizado, lições, lágrimas e sorrisos... Valeu a pena, graças a Deus continua tudo bem!!!

Prometo que vou escrever mais! ^^

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A felicidade das "pequenas maravilhas"

A felicidade talvez seja isso que não sabemos definir muito bem, mas que todos procuramos ansiosamente. Às vezes até geramos um tremendo mal-estar pelas próprias exigências que nos impomos para encontrá-la, para sermos felizes aconteça o que acontecer.

Se você perguntar para alguém onde encontrar a felicidade, normalmente receberá respostas que fazem referência ao exterior, ao que se dissipa, ao está mais fora do nosso controle do que em nosso interior.

Mas o fato é que não é assim: nem a saúde, nem o dinheiro, nem o amor trazem felicidade, e crer que o seu estado de ânimo depende destas áreas da sua vida é um grande erro, que no fim o levará a ser ainda mais infeliz.





Onde costumamos buscar a felicidade?
Infelizmente nós inventamos uma infinidade de crenças irracionais. São exigências e necessidades que só estão nas nossas próprias mentes, mas que acreditamos serem verdades absolutas. Sentenças inquebráveis que precisam definir nossos caminhos. De fato, questioná-las pode nos causar a mesma vertigem que se aproximar de um penhasco íngreme.

Nós as assumimos como mandamentos, nos guiamos por elas, as tornamos nossas, e inclusive as defendemos mesmo que nos provoquem sofrimento.

Erroneamente acreditamos que se estas necessidades e exigências estiverem cobertas, encontraremos a felicidade, mas se não alcançarmos nossas expectativas, iremos nos sentir miseráveis. Exigências com as quais ninguém consegue lidar, muito menos nós mesmos.

Normalmente estas crenças fazem referência à aprovação dos outros, ao desempenho perfeito de si mesmo em alguma tarefa de relevância, ao dinheiro, à saúde, a ter um relacionamento amoroso estável e que funcione perfeitamente, a ser mãe, a ser alguém interessante e carismático, etc.

Realmente existem muitos tipos de crenças e cada pessoa tem as suas próprias, mas elas basicamente têm a ver com o acabamos de mencionar. “O trabalho dignifica”, “O seu arroz vai passar do ponto”, “O dinheiro traz felicidade”, “A saúde é a coisa mais importante que existe”…
Portanto, é ai que costumamos buscar a nossa felicidade, o que faz com que nos imponhamos expectativas pouco realistas e, no fim das contas, sejamos muito infelizes. De fato, as pesquisas confirmam que cada vez temos mais necessidades supridas e somos mais infelizes do que no ano anterior.

O que de fato é a felicidade?
Se cada vez possuímos mais e vivemos mais confortavelmente, com mais abundância, por que somos mais infelizes? O que está falhando?

O que está falhando é acreditarmos que as coisas externas nos farão felizes. É verdade que conseguir o trabalho dos seus sonhos, encontrar um parceiro que o ame, ou ter dinheiro dá um certo prazer, mas na verdade tudo isso é muito a curto prazo. E é prazer, o que não é felicidade.

O ser humano rapidamente se acostuma ao que tem e cada vez precisa de mais, de modo que não tem fim, não se conforma com tudo o que isto implica.

Quem não conhece pessoas multimilionárias que já roubaram? Será que elas não têm o suficiente? Quem não ouviu falar de alguém que se mata trabalhando apesar de poder trabalhar a metade para viver?

Quando percebemos que não somos felizes apesar de ter de tudo, achamos que a solução é mais disso que já temos: trabalhar mais horas, tentar ser mais atraente, fazer mais dinheiro, viajar mais, procurar um namorado desesperadamente… e consequentemente o tombo dói ainda mais.

O que essas pessoas não sabem é que a felicidade está neles mesmos, na sua atitude, em como decidem aproveitar a vida e em como funciona a sua escala de valores.
A felicidade está em como você aprecia e se diverte com o que você possui, seja pouco ou muito. Existem pessoas que têm muito pouco e são muito mais felizes do que aqueles que possuem mansões e grandes fortunas.

Não são poucos os exemplos de pessoas que têm de tudo e acabam se suicidando, depois de passarem uma vida inteira tomando todo tipo de medicamentos.

Se você quer ser feliz, comece apreciando tudo o que existe ao seu redor e parando de se queixar pelo que falta. É praticamente impossível que todas as áreas da sua vida estejam completas, mas isso não significa que você não possa ser feliz com o que tem nas mãos.

O cheiro de café nas manhãs, o riso da sua filha pequena, dançar uma bela música com seu companheiro no meio da sala, correr com seus cães atrás das borboletas, olhar as estrelas, uma boa conversa na praia enquanto a brisa atinge o seu rosto, abrir uma garrafa de vinho com um banho quente… Estas são pequenas coisas que certamente trazem felicidade, sabia?

(Fonte: amenteemaravilhosa.com.br)

Que tal esperar em Deus? Vale a pena!

Vamos começar deixando bem claro que respeito todas as tribos, justamente para ser respeitada, não sou a dona da verdade de forma nenhuma, mas trouxe um tema bem conhecido de muita gente:

Hoje vamos falar sobre o "esperar em Deus", um tema que parece tedioso para muitos, inclusive eu tinha desistido dessa espera, mas Ele me mostrou que vale a pena esperar! Como diria um camarada que fez parte do meu crescimento espiritual na minha fase revoltada da adolescência, o tempo de Deus não é o tempo dos homens.




Bem, vamos lá. De uma forma resumida, o que é esperar em Deus? Eu decidi pontuar alguns detalhes:

PRIMEIRO: É você entender que há um tempo determinado para todas as coisas (Ec 3.1-10), inclusive, um tempo certo para sua vida sentimental. Esperar em Deus não é um estado civil, e muito menos permita que seja “a onda do momento”.

SEGUNDO: É um tempo para se tornar uma pessoa saudável antes de se tornar casável. Para um relacionamento dar certo e ser duradouro é necessário que duas pessoas estejam saudáveis. Não estou falando fisicamente, mas emocionalmente. Pessoas bem resolvidas conseguem lidar melhor com os desafios de uma vida a dois.

TERCEIRO: É não se deixar levar somente pelas suas emoções e tomar todo cuidado para não viver de paixões relâmpagos. Mas conhecer seu futuro(a) pretendente sem queimar etapas, desenvolvendo uma amizade saudável e madura. Dizer adeus à vida de “pegação” e relacionamentos passageiros, que saciam os desejos momentaneamente, mas não lhe ajudam a construir um relacionamento duradouro.

QUARTO: Se você saiu de um namoro recente, esperar em Deus é não ter pressa em engatar um novo relacionamento, enquanto não estiver completamente curado do anterior. Vida amorosa não é BAND-AID que cura um amor colando outro por cima.

QUINTO: Esperar em Deus é um tempo de amadurecimento. Significa estarmos prontos. De nada adianta esperar ou procurar a pessoa certa, se você for a pessoa errada. Quando você aproveita este tempo para crescer, certamente, estará somando experiências que o levarão à maturidade. Cresça, desenvolva e amadureça todas as outras áreas da vida: espiritual, profissional, ministerial, conhecimento, amizades e expectativas para o futuro.

Se eu pudesse resumir, diria que “esperar em Deus” é uma jornada. Um tempo para se viver experiências sobrenaturais com Deus, que marcarão sua vida sentimental para sempre e Ele (somente Ele) o conduzirá a relacionamentos saudáveis e duradouros.

(Fonte: http://www.lagoinha.com)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Passando apenas para dizer que: valeu a pena esperar. Não vou entrar em detalhes sobre o assunto, mas valeu a pena!! Deus caprichou em cada detalhe!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Start Of Something Good (Daughtry)


You never know when you're gonna meet someone
And your whole wide world, in a moment, comes undone
You're just walking around then suddenly
Everything that you thought that you knew about love is gone
You find out it's all been wrong
And all my scars don't seem to matter anymore
'Cause they led me here to you

I know that it's gonna take some time
I've got to admit that the thought has crossed my mind
That this might end up like it should
And I'm gonna say what I need to say
And hope to God that it don't scare you away
Don't want to be misunderstood
But I'm starting to believe that
This could be the start of something good

Everyone knows life has it's ups and downs
One day you're on top of the world
Then one day you're the clown
Well, I've been both enough to know
That you don't wanna get in the way when it's working out
The way that it is right now
You see my heart, I wear it on my sleeve
'Cause I just can't hide it anymore

I know that it's gonna take some time
I've got to admit that the thought has crossed my mind
That this might end up like it should
And I'm gonna say what I need to say
And hope to god that it don't scare you away
I don't want to be misunderstood
But I'm starting to believe that
This could be the start

'Cause I don't know where it's going
There's a part of me that loves not knowing
Just don't let it end before we begin

You never know when you're gonna meet someone
And your whole wide world in a moment comes undone

I know that it's gonna take some time
I've got to admit that the thought has crossed my mind
That this might end up like it should
And I'm gonna say what I need to say
And hope to god that it don't scare you away
I don't want to be misunderstood
But I'm starting to believe
Oh, I'm starting to believe that
This could be the start of something good

Yeah yea, the start of something good
Yeah yeah

(Só para registrar o possível "começo de algo bom" do dia 05/01 *-* s2)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016

Vamos lá ao último post do ano ao som de "Courrier" (Between)... É 2016 foi um ano marcante, um ano de aprendizados, reviravoltas e renúncias.

Dia 28/01 meu irmão foi para o hospital de ambulância para nunca mais voltar... passou 5 meses hospitalizado no Albert Sabin: 2 meses na UTI e 3 meses no quarto. Nesses 2 meses, minha mãe ia visitá-lo todos os dias, sempre pedia a ajuda de alguém, aos finais de semana eu a levava e assim seguiu até que ele desceu para o quarto. Lá nos revesamos como acompanhantes: ela ficava durante a semana e eu ia logo depois da facul às sextas, nesse meio tempo meu pai e a companheira dele nos ajudavam na troca de acompanhantes... até que no dia 27/06 ele tossiu forte 2 vezes, foi perdendo a cor e aos poucos deixou esse mundo e seu corpo terreno, sua alma partiu nos braços de Deus. Velamos e cuidamos da campa dele e nessa fase pude perceber que são poucas as pessoas que posso contar, mas que posso contar de verdade. Pessoas que estiveram comigo pessoalmente e por mensagens, que me apoiaram e junto a Deus, me ajudaram a levantar para apoiar minha mãe.

A partir daí começou a guerra por dinheiro do meu pai, tivemos de procurar a OAB e a audiência ainda não aconteceu. Embora tenha saudade do meu pai, sei que procurá-lo significa procurar briga por causa do bendito dinheiro e com a companheira. Minha mãe é minha companheira de missa, se deixar ela vai todo dia! Graças a Deus consegui incentivá-la, aproximá-la um pouquinho de Deus.

A melhor coisa que fiz esse ano sem dúvida foi começar a faculdade! Design de Interiores: o curso dos meus sonhos desde que terminei a escola há 13 anos! Conheci muita gente, aprendi bastante e vou aprender mais ainda, fiz inúmeros trabalhos, amei as aulas de desenho e pintura, discuti, mas também fiz amizade com boa parte dos professores, fiz amigos na van e powts, foi minha fuga da realidade boa parte do ano! Lá era uma pessoa sem problemas que só se preocupava em aprender!

Vida emocional? O que é isso?
A minha continua a bagunça de sempre! Agora apreendi a pedir a Deus que tire da minha vida se vai dar errado, que eu nem me encante de verdade se vai dar problema. Mas sinceramente... se pudesse escolher com quem namorar, não pensaria duas vezes, maaaaas... respeito!

Bateristicamente estou bem melhor, mas ainda não tenho um grupo pra tocar aqui na minha comunidade. Acho que o coordenador não acredita em mim musicalmente o suficiente para isso. ¬_¬¨

Uma das coisas que aprendi foi o quanto é muito chato pessoas prolongando assunto no What's e eu fazia isso... O quanto nos sentimos cercados e aos poucos tentamos fugir com vácuos eternos. Então já não puxo mais assunto,,.

Acho que por hoje é só!!! Feliz 2017!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Passando apenas para dizer que cansei de vácuos, cansei de conversas que não fluem naturalmente, de "não-caguice", de pessoas enroladas e indecisas! Chegaaaaa! T____T
"I am a question to the world
Not an answer to be heard
Or a moment that's held in your arms
And what do you think you'd ever say?
I won't listen anyway
You don't know me
And I'll never be what you want me to be
And what do you think you'd understand?
I'm a boy, no, I'm a man
You can't take me and throw me away
And how can you learn what's never shown?"
 (I'm still here - Goo Goo Dolls)






Querido eu, vamos parar de lutar por alguém que não nos ama
Querido “eu”, vamos deixar de lutar por alguém que não nos ama. Vamos lutar para não sofrermos mais por um amor com muitas contradições. Vamos colocar a dignidade no coração e arrancar pela raiz essa ditadura afetiva para dizer com valentia “estou te deixando porque me amo”.

Sabemos que não é fácil. Temos consciência de que no nosso cérebro não existe um botão de reiniciar, uma saída de emergência nem uma janela que abre para que a brisa fresca possa oxigenar a prisão das nossas dores. O cérebro é obstinado, metódico e persistente. É uma entidade que luta e se obstina para manter as memórias emocionais, pois no fim das contas são elas as responsáveis por essa grande marca na nossa identidade.

“Para esquecer um amor, não há melhor remédio do que outro amor ou terra no meio.”
-Lope de Vega-

Dizem que amar sem ser amado é como tentar acender uma vela com um fósforo apagado. E a verdade é que não sabemos muito bem por que fazemos isso, por que nos empenhamos em fazer um culto por alguém que não nos ama. Persistimos e resistimos nestes vieses cognitivos do “se eu disser isso, pode ser que…”, “se eu mudar isso, é possível que…” como se fôssemos conseguir alguma coisa assim.

No entanto, o amor não é uma máquina de venda automática. Não basta colocar uma moeda e pressionar um botão para obter aquilo que tanto esperamos. Às vezes, não há mais nada a fazer senão dar aquele passo: matar as falsas esperanças e deixar de morrer na vida por quem caminha por outros rumos e com outras companhias.


A sombra de quem não o ama se nega a desaparecer do seu cérebro
Há um momento nos perguntávamos por que isto é assim: por que é tão complexo virar a página e agir com mais integridade quando temos consciência de que não nos amam. A resposta a esta pergunta está, como não podia ser de outro modo, no intrincado e sempre fascinante mundo neurológico. Para o compreender melhor, damos um exemplo.

Passamos alguns dias onde temos a plena sensação de que tudo está bem. Estamos superando essa separação. No entanto, em uma tarde qualquer, nos cruzamos com alguém que usa o mesmo perfume que o nosso ex. Quase sem saber como, o sofrimento nos aborda de novo para nos imobilizar e nos levar de volta à beira das lágrimas.

Antoine Bechara é um conhecido neurobiólogo da Universidade da Califórnia que definiu o que conhecemos como “conflito cerebral”. Quando uma pessoa é rejeitada, o cérebro continua vinculado a determinados estímulos, imagens e lembranças. A rede neuronal encarregada de executar esta relação íntima, mas poderosa, está localizada em duas áreas muito concretas: entre o hipocampo e a amígdala.

Não podemos esquecer que estas estruturas regem e orquestram toda a memória relacionada intimamente com as emoções. Desta forma, cada experiência vivida com essa pessoa especial foi gravada a fogo e, por sua vez, é ancorada a determinados estímulos que agem como gatilhos ou evocadores de memórias.

Daí que ao sentir o cheiro de um perfume, ao ver um determinado tipo de roupa, uma fotografia ou passar por aquele restaurante onde jantávamos no fim de semana, nossos neurotransmissores são ativados a ponto de virarmos autênticos viciados neste amor impossível.

Não é tão fácil romper este vínculo nem apaziguar este conflito cerebral.


Querido eu, abra seus olhos para lutar e curar seu coração
A anatomia da rejeição e do abandono é descarnada, profunda e complexa. Sabemos que a nossa relutância em virar a página nem sempre é voluntária, que o nosso cérebro também alimenta essa condenação no seu círculo vicioso e bioquímico.

“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim… E ter paciência para que a vida faça o resto”
-William Shakespeare-
No entanto, os neurologistas nos explicam que o “fator tempo” acaba por reduzir a atividade dessas memórias vinculadas. As conexões cerebrais que proporcionam tais emoções negativas vão perdendo força aos poucos, até se converterem no eco de uma melodia triste e distante que acabaremos evocando com menos sofrimento.

O passar dos meses nos permitirá avançar com maior calma, pois sempre e quando aplicarmos estratégias psicológicas adequadas, iremos deixar de alimentar o culto a quem não nos ama. A seguir iremos explicar que estratégias poderiam ajudar.



Chaves para superar a rejeição afetiva
“Querido eu, se não o amam, lembre-se de amar a si mesmo acima de todas as coisas”. Esta seria sem dúvida a principal premissa que deveríamos integrar no nosso interior. No entanto, é claro que as pessoas não nos ensinaram a renunciar ou a perder, por isso nos custa tanto romper com todo tipo de vínculos.

Entenda que amar não é sacrificar. Por isso, de nada vale “se eu deixar de fazer isso é possível que ele/a me ame”, ou “se eu mudar isto e aquilo, tenho certeza que ele/a vai gostar mais de mim”. Não faça isso, não inicie suicídios emocionais, não se humilhe, não coloque gasolina na única coisa que lhe confere forças: sua autoestima.

Se te magoa, então não te ama. Simples assim. Se você é esse ser invisível no seu carrossel de infidelidades, egoísmo e palavras baixas: afaste-se. Para que ser a vítima dessa câmara de tortura emocional na qual você mesmo se tornou um prisioneiro/a? No fim você irá perceber que a liberdade é o melhor bálsamo, e a solidão, um refúgio bem-vindo.

Nos amores impossíveis, a primeira coisa que você deve perder é a esperança. Existem relações que nascem com data de validade, e se você é plenamente consciente de que nada do que você deseja vai poder existir, saia pela porta de entrada. Com dignidade, com a cabeça erguida e o coração inteiro.
Amar quem não nos ama é extremamente doloroso, mas é ainda pior deixar de amar a nós próprios por alguém que nem sequer nos merece. Aja com integridade e sabedoria sabendo sempre que devemos amar apenas o que é digno de ser amado.

(amenteemaravilhosa.com.br)


terça-feira, 15 de novembro de 2016

De repente 30!

De repente 30... Um flashback da minha vida? Nããão, ninguém teria paciência para isso e nem eu para escrever, ainda mais a essa hora, afinal, daqui a pouco vou dormir que amanhã pulo cedo da cama para fazer academia e depois trabalhar.

Talvez seja pela dificuldade de lidar com essas banalidades ou sei lá... porque ainda não entendi muita coisa dessa bagunça toda! Vamos falar um pouquinho sobre a não caguice emocional e derivados, precisamente o "fim" do relacionamento.

Você de repente conheceu uma pessoa especial, o interesse foi recíproco (o que já é uma grande coisa), mas acabou... A pessoa conheceu outra mais interessante, cansou de você ou você cansou dela, dentre inúmeros outros motivos, um provavelmente aceitará numa boa aliviado e o outro provavelmente vai sofrer... As lembranças vivas, os planos bobos que não conseguiram concretizar, as músicas, presentes, cartas, prints e aqueeela saudade absurda de alguém que provavelmente está cagando um monte pra você... Quem nunca? Aí você começa a se culpar que não foi boa o suficiente, por todas as brigas, mas... pera aí... quando um não quer, dois não fazem, ou seja, não se culpe!

Claro que muitos casais só se ajeitam de verdade depois de terminarem, acho que nessa fase refletem e sentem um pouco a falta um do outro, decidem melhorar e dão certo... O que não é legal é criar expectativas sobre essa volta e deixar que isso atrapalhe a tua vida! Se continuam amigos (ou quase), sei lá, tente manter uma amizade que aos poucos não terá mais a afetividade de um casal, pelo teu bem.

Agora o trecho de uma publicação sobre esse assunto que achei muito interessante:



Não é bem a separação que nos faz sofrer

Recomeçar parece difícil pois não damos a oportunidade das pessoas nascerem diante de nós. Olhamos para elas matando-as com nosso olhar sem vida. A começar por nossa ex: seguir é também liberar o outro para seguir, parar de perturbá-lo, impedi-lo, controlá-lo.

Ironicamente, é esse movimento interno de não admitir o fim que gera grande parte do sofrimento que parece residir lá fora, na situação. Ficamos machucados de tanto nos debater na terra onde poderíamos apenas andar. Sofremos menos porque acabou e mais porque não sabemos seguir.

Às vezes nos deparamos com uma pessoa que é muito diferente da ex e isso se torna um obstáculo à construção de uma nova relação. Em outros momentos, encontramos alguém que nos faz lembrar a pessoa anterior e isso também nos bloqueia. Inventamos justificativas para não permitir que avancemos, por medo, orgulho, raiva ou ciúme.

Por isso, às vezes, ao invés de simplesmente não permitir que alguém nasça com qualidades que nos encantem, simplesmente lhes damos o pior nascimento possível. Ficamos apagados, desistimos do mundo, esquecemos de observar a beleza primordial das coisas ao nosso redor. Revestimos a pessoa de defeitos, estagnamos voluntariamente diante daquela oportunidade, apenas para sofrermos mais à frente ao ver nosso campo de ação cada vez mais reduzido. Geralmente porque nosso corpo, a qualidade das nossas relações ou nosso brilho natural decaiu.

Todas aquelas frases prontas do estilo "Ela era a melhor mulher do mundo", "Ela era perfeita" e "Nunca mais vou encontrar alguém assim" são  consequência da dificuldade em ver as pessoas de uma maneira virtuosa. Este mecanismo acaba sendo um dos responsáveis por nos tornar medrosos ao ponto de chorar de desespero, pensando ter encontrado uma pérola rara no fundo do oceano.

O problema, neste caso, não é exatamente pensar ter encontrado algo raro e precioso. O problema é fechar-se ao fato de que existem outras pérolas no oceano. Outras fontes de beleza, brilho e fascinação estão espalhadas por todo lugar. Apenas perdemos a capacidade de ficar fascinados pelo mundo e pelas pessoas.

Bloquear o seu próprio progresso e chorar pela liberdade recém adquirida da ex não é o mesmo que atribuir-lhe valor.

Essa falsa sensação de valor intrínseco nada tem a ver com a pessoa em si, mas com a experiência que temos ao interagir com ela. Experiência tão volátil quanto qualquer oscilação de humor, no entanto tendemos a acreditar na sua solidez no instante no qual apontamos este olhar.

É assim que, em questão de minutos, a doce e meiga garota deitada na cama, lendo uma revista, pode se tornar um monstro arremessador de pratos. Sua interação vai de uma base de carinho e afeto a outra de medo e raiva em instantes, reagindo à forma como ela se posicionar. Em um momento, olha apaixonado, com uma profunda ternura. Em outro, foge assustado ou a desafia em meio a gritos de raiva. O que efetivamente mudou da princesa para o monstro?

Às vezes, congelamos o outro numa posição. Uma determinada impressão causada pelo olhar torna-se tão forte que criamos uma fotografia da pessoa com um rótulo na nossa mente. Ela se torna ex-namorada, ex-amante, ex-esposa e isso traz um profundo desconforto atrelado a uma cegueira que nos impede de ver todo o universo existente ao nosso redor.

Não só matamos a pessoa que causa dor, impedindo-a de nascer livremente de uma maneira que não cause aflição, como não permitimos o nascimento de uma outra pessoa ao nosso lado. Nós não deixamos que ela mostre as qualidades que admiramos a ponto de torná-la especial.

Esta é uma dificuldade que não ocorre apenas depois, mas durante e antes de uma relação. Dificilmente vemos qualquer pessoa diante de nós como um corpo que manifesta diversas qualidades num fluxo contínuo de oscilações de intensidades e formas diferentes. A liberdade que damos ao outro restringe-se àquilo que nos agrada.

(https://papodehomem.com.br)



domingo, 6 de novembro de 2016

3.0 da Bell

Na verdade acho que nem vou escrever muito, mas falta minuto para começar meu aniversário, precisamente meu 30º aniversário... e sim, já são 0h00!! Uhuuul! Esperar alguma mensagem a essa hora? Adoraria, mas é melhor manter os pés no chão, afinal, o dia é importante para mim, ponto e não posso cobrar atenção de ninguém, além do que, nada que seja "forçado" pode ser bom... ainda mais quando se trata de... Whatever... Deixa pra lá... Bora dormir que vou tocar na missa e viver um dia super divertido com a graça de Deus!!